Tudo começou em 2008. Alguns jovens, que cursavam diferentes cursos da UFF (Universidade Federal Fluminense) e UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), se reuniram e criaram a Brigada SACI (Socialismo, Agitação, Cultura e Informação). Nosso objetivo era um só: criar uma mídia popular e alternativa, que ajudasse na divulgação dos movimentos sociais e estudantis da cidade.

Depois de meses de reuniões, organização de eventos, manifestações e criação de um periódico impresso, o grupo terminou. Cada um aprendeu muito com a experiência e o meu legado foi este site, que toco com a colaboração esporádica de algumas pessoas. Meu nome é Thiago Vilela, criador e administrador do OCOMPRIMIDO e da TDV Produções.

Graduado em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), estudei Belas Artes na Universidade do Porto (Portugal) e Artes Gráficas na RedZero (Full Sail University). Trabalhei como Assessor de Imprensa e Editor de Vídeos na Comissão Nacional da Verdade (CNV). Hoje sou Assessor de Imprensa na Câmara dos Deputados.

Desde o começo a minha ideia foi produzir conteúdo rápido que não tivesse saído na chamada “grande mídia“. Uma espécie de “pílula” de informação, que qualquer pessoa pudesse ler e ficar bem informado sobre determinado assunto, ainda que de maneira superficial. “Pílula” seria um bom nome, mas já está muito associada à pílula do dia seguinte. “Comprimido”, por outro lado, possui um leque gigante de significados que combinava com o projeto. “Comprimir” significa exercer ou sofrer compressão, mas pode também significar “reprimir”, “reduzir”. E é exatamente assim que eu via a mídia independente quando comecei esse projeto: reduzida e reprimida pelas grandes corporações que controlam a vida pública nacional.

De 2008 para cá, a situação mudou muito. Agora, em 2018, estamos na era das “Fake News”. Por incrível que pareça, é mais confiável se informar pela imprensa, sabendo que ela é parcial, do que pelas redes sociais. Luiz Carlos Prestes, certa vez, disse que “para mudar a realidade, antes é preciso aceitá-la”. Ou algo parecido com isso, a gente nunca sabe né… A questão é que, uma vez aceito que a realidade mudou, o projeto também teve que mudar.

Meu principal objetivo, agora, é ensinar os leitores a serem bons leitores. Leitores críticos, que desconfiam de tudo que leem e sempre buscam mais de uma fonte. Independente do seu posicionamento político e da sua visão de mundo, todos devemos nos preocupar em nos informar melhor. E a não compartilhar notícias mentirosas por aí. O site tem um lado, sim, mas não significa que seja a única verdade.

Gostou do projeto? Tem alguma dúvida ou sugestão? Não deixe de me seguir no Instagram e no Facebook, para acompanhar de perto o meu trabalho. Até a próxima!

Já tomou sua dose? Ilustração por Joel Benjamin (Reprodução: internet).

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